Low angle view of unrecognizable muscular build man preparing for lifting a barbell in a health club.
“Exercitar-se é importante para garantir saúde em todas as fases da vida, porém é preciso cautela na hora de prescrever e executar exercícios. Não pode ser algo empírico. O empirismo na prática de exercícios é como uma roleta-russa. As pessoas que fazem exercícios de forma empírica, sem dosar volume e intensidade do exercício, podem ter consequências negativas dessa prática”, alertou.
Para o professor, as pessoas que vão para a academia treinar o ego e a vaidade, em muitos casos, ultrapassem os limites do próprio corpo, o que é muito arriscado para a saúde. “A gente vê muitas pessoas nas academias treinando o ego, não estão treinando o corpo, estão treinando o ego e a vaidade, principalmente o público jovem. Usam cargas exorbitantes, querendo copiar pessoas que estão em nível de treinamento avançado, que são pessoas com condições físicas diferentes. A gente não pode querer ajustar o nosso relógio para a realidade de uma pessoa que tem um relógio diferente […]. Os ambientes de academia precisam ser muito monitorados”, contou.
Em outro alerta, ele sinalizou que pessoas sedentárias devem evitar atividades esportivas intensas, principalmente quando não estão com a avaliação médica em dia. E, quanto ao uso de suplementos, o educador deixou claro que, estando um indivíduo alimentado e hidratado, apenas com uma boa noite de sono e um café, ele estará pronto para iniciar um treino.
