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A ação foi movida por uma jovem de 19 anos, identificada como K.G.M., que afirma ter desenvolvido dependência das plataformas ainda na infância, devido a recursos de design voltados à retenção de atenção. Segundo o processo, o uso intensivo dos aplicativos teria agravado quadros de depressão, pensamentos suicidas e situações de bullying e extorsão. A seleção do júri começa nesta terça-feira (27).
O julgamento deve servir de referência para outros processos semelhantes previstos para este ano e pode chegar às instâncias superiores da Justiça norte-americana. O júri avaliará se as empresas foram negligentes e se o uso das plataformas teve papel relevante nos danos à saúde mental da autora, em meio ao debate sobre a responsabilidade legal das redes sociais e a proteção de menores no ambiente digital. *Metro1
