Nesta quarta-feira (21),a seleção brasileira feminina de ginástica artística encerrou sua participação na final por equipes do Campeonato Mundial, na cidade de Roterdã, nos Países Baixos, na quinta colocação. Com uma apresentação consistente, o grupo foi liderado pelas medalhistas olímpicas Rebeca Andrade e Flávia Saraiva alcançou 159,730 pontos e concluiu a disputa sem registrar quedas nos aparelhos.
Após avançar à decisão na oitava posição, o Brasil conseguiu elevar sua pontuação na final, sendo a única equipe entre as classificadas a apresentar melhora no resultado. O desempenho reforçou a competitividade das ginastas brasileiras diante das principais potências da modalidade.
A China garantiu o título mundial ao somar 165,764 pontos. Os Estados Unidos ficaram com a medalha de prata, com 165,531, enquanto o Japão conquistou o bronze, com 164,063 pontos. A França terminou na quarta colocação, totalizando 161,130 pontos. As três seleções que subiram ao pódio asseguraram vagas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
Salto foi o destaque da equipe brasileira
Entre os aparelhos disputados, o salto representou o melhor resultado do Brasil, com 41,433 pontos. Na trave, a equipe acumulou 40,532 pontos, enquanto nas barras assimétricas foram registrados 39,132. Já no solo, as brasileiras alcançaram 38,633 pontos.
Além da disputa por medalhas, a participação na final teve importância estratégica para o planejamento da equipe. De acordo com Flávia Saraiva, a classificação entre as oito melhores seleções era um dos principais objetivos do grupo, já que o resultado garantiu ao Brasil a vaga no Mundial de 2027.
A seleção brasileira feminina de ginástica artística encerrou sua participação na final por equipes do Campeonato Mundial, nesta quarta-feira (21), na cidade de Roterdã, nos Países Baixos, na quinta colocação. Com uma apresentação consistente, o grupo liderado pelas medalhistas olímpicas Rebeca Andrade e Flávia Saraiva alcançou 159,730 pontos e concluiu a disputa sem registrar quedas nos aparelhos.
Após avançar à decisão na oitava posição, o Brasil conseguiu elevar sua pontuação na final, sendo a única equipe entre as classificadas a apresentar melhora no resultado. O desempenho reforçou a competitividade das ginastas brasileiras diante das principais potências da modalidade.
A China garantiu o título mundial ao somar 165,764 pontos. Os Estados Unidos ficaram com a medalha de prata, com 165,531, enquanto o Japão conquistou o bronze, com 164,063 pontos. A França terminou na quarta colocação, totalizando 161,130 pontos. As três seleções que subiram ao pódio asseguraram vagas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
Salto foi o destaque da equipe brasileira
Entre os aparelhos disputados, o salto representou o melhor resultado do Brasil, com 41,433 pontos. Na trave, a equipe acumulou 40,532 pontos, enquanto nas barras assimétricas foram registrados 39,132. Já no solo, as brasileiras alcançaram 38,633 pontos.
Além da disputa por medalhas, a participação na final teve importância estratégica para o planejamento da equipe. De acordo com Flávia Saraiva, a classificação entre as oito melhores seleções era um dos principais objetivos do grupo, já que o resultado garantiu ao Brasil a vaga no Mundial de 2027.
Ataliza Bahia
