Categoria é protagonista no cuidado e segue ampliando sua atuação
para fortalecer o acesso à assistência
Dia Internacional da Enfermagem_Freepik
Eles estão ao lado do paciente nos momentos mais críticos, acompanham cada mudança no quadro clínico, executam procedimentos essenciais e garantem a continuidade do cuidado aos enfermos, seja nas altas complexidades das UTIs ou na correria das emergências, os enfermeiros baianos celebram neste 12 de maio, o Dia Internacional da Enfermagem.
Dados do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia indicam que o estado conta com mais de 193 mil profissionais de enfermagem ativos, sendo aproximadamente 53,5 mil enfermeiros, 127,6 mil técnicos e mais de 12 mil auxiliares. Trata-se da maior força de trabalho na saúde no estado e uma das mais relevantes no país, com 3,2 milhões de profissionais no mercado de trabalho.
Segundo Andréa França dos Santos Menezes, enfermeira responsável técnica da Afya Educação Médica Salvador, o profissional de enfermagem desempenha um papel fundamental em diferentes níveis da assistência à saúde, atuando no acompanhamento clínico, na orientação de pacientes e familiares e na identificação precoce de alterações que podem evitar complicações. Ela ressalta que, especialmente fora do ambiente hospitalar, esses profissionais também participam do acompanhamento de doenças crônicas, das ações de prevenção e da promoção da saúde, contribuindo para reduzir a pressão sobre os serviços de urgência e emergência.
“O enfermeiro atua na gestão do cuidado, na tomada de decisões clínicas e na defesa dos direitos do paciente dentro do sistema de saúde. Além da humanização na arte de cuidar, também articula, planeja e garante o cuidado contínuo e seguro”, explica Andréa França dos Santos Menezes.
Apesar de toda essa importância, o cenário na Bahia revela desafios para a área, que enfrenta escassez de profissionais, principalmente nas cidades do interior do estado, que chegam a somar apenas cerca de 27% da força de trabalho, refletindo em um desequilíbrio no acesso à saúde. Em algumas unidades hospitalares, inclusive, levantamentos do próprio Conselho Profissional identifica déficits entre esses profissionais e equipes incompletas, comprometendo o acesso à saúde de qualidade.
Fora isso, a especialista lembra que há outros campos de trabalho para enfermeiros, como home care, unidades básicas de saúde, resgate, pesquisa, auditoria, gestão de saúde, em escolas e empresas, além das áreas de perícia forense, estática e enfermagem do trabalho.
“Além dos hospitais, os principais campos de trabalho do enfermeiro incluem a atenção primária à saúde, onde atua evitando o agravamento de doenças, além da gestão e auditoria em serviços de saúde; os núcleos de segurança do paciente, também têm papel importante, pois ajudam a reduzir riscos, prevenir erros e melhorar a qualidade da assistência, impactando diretamente na promoção da saúde de forma mais ampla”, explica enfermeira responsável técnica da Afya Educação Médica Salvador.
Impulsionado pela ampliação da rede assistencial de saúde nos municípios, houve um aumento, nos últimos anos, de mais de 46% no número de vínculos em enfermagem no Nordeste, segundo dados do Ministério da Saúde. No entanto, a enfermeira destaca que o número ainda é ínfimo e não resolve as necessidades em várias localidades. “A escassez e a má distribuição de profissionais de saúde, especialmente no interior da Bahia, impactam diretamente a qualidade da assistência porque dificultam o acesso regular da população aos serviços. Isso leva à ausência de acompanhamento periódico, prejudicando principalmente a prevenção e o controle de doenças, o que contribui para diagnósticos tardios e agravamento que poderiam ser evitadas ou controladas, além do aumento das internações hospitalares”, conclui.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.
Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).
Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.
Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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